Provisa comemora um milhão de atendimentos em 4 anos de atividades

Maria de Lourdes,
Gestora da Provisa
A Gestora da Provisa, Maria de Lourdes de Oliveira,  divulgouu neste fim de semana os resultados da ONG nos quatro anos de atividades. de 2011 a dezembro de 2014.

Totalizando os atendimentos realizados nas Caravanas de Saúde e Cidadania, foram um milhão, duzentos e noventa e um mil, duzentas e sessenta e seis pessoas beneficiadas.

Na área da saúde foram 309.943 atendimentos individuais (exames de vista, PA, destro, dentistas, patologias e cirurgias de catarata).

Na área da cidadania foram 981.323 atendimentos. (advogados, psicólogos, corte de cabelo, limpeza de pele, palestras educativas e preventivas).


PARCERIAS    “As parcerias com a Cruz Vermelha Brasileira, Rotary Internacional, Fundação Sorrident’s, Novety Cosméticos, UBS’s, Faculdades Uniban/Anhanguera, Instituições de Ensino, Instituições religiosas e dezenas de voluntários proporcionaram a realização destes atendimentos’, frizou a gestora Maria de Lourdes.

Doença que gera uma progressão da Miopia é a principal causa do transplante de córnea no Brasil


O tratamento baseia-se na melhora da visão através da correção da curvatura acentuada da córnea.
Desconforto visual, dor de cabeça e fotofobia são alguns dos sintomas do chamado ceratocone, que se diagnosticado precocemente, pode ser tratado com novas tecnologias que evitam o transplante de córnea

O ceratocone é uma doença caracterizada por um afinamento e um aumento na curvatura da córnea, que sofre alterações, perdendo o formato arredondado e adquirindo um formato de cone. Essa alteração que costuma ocorrer na adolescência progride até por volta dos 30 anos e leva além da progressão da Miopia e do Astigmatismo, a uma acentuada baixa da acuidade visual, fazendo com que o paciente tenha que trocar a lentes dos óculos com frequência. Os sintomas característicos do ceratocone são o desconforto visual, dor de cabeça e fotofobia.

Dr. Renato Neves, presidente da Sociedade Brasileira de Ceratocone, alerta as pessoas para a necessidade de um diagnóstico precoce do ceratocone, para que assim seja possível obter resultados satisfatórios.

"O ceratocone tem 4 graus evolutivos e dependendo da severidade da doença o paciente pode perder a visão, resultando na necessidade de um transplante de córnea. Mas com os tratamentos atuais é possível diagnosticar o problema com uma topografia corneana e interromper o progresso do ceratocone com um diagnóstico precoce, ajudando no tratamento", afirma.

O tratamento baseia-se na melhora da visão através da correção da curvatura acentuada da córnea. Em casos iniciais, correção da ametropia (grau) é feita com óculos e, naqueles casos onde os óculos já não permitem boa visão, faz-se uso de lentes de contato. Há mais de 5 anos, quando o paciente não conseguia boa visão ou adaptação a lentes de contato, indicava-se o transplante de córnea. Com o desenvolvimento de tecnologias na área, o transplante de córnea em função do ceratocone se tornou o último recurso. Hoje é possível optar pelo implante de um anel nas córneas. Ainda hoje, o ceratocone é a principal causa de transplantes de córnea no Brasil.

"Através do implante de anel intracorneano, também chamado Anel de Ferrara, é possível corrigir a curvatura com um fortalecimento da córnea, restaurando o seu formato arredondado. A técnica consiste na implantação de dois segmentos de arco de acrílico especial na córnea, melhorando o conforto e a visão do paciente", explica o especialista.

Outra técnica para tratar a doença é o Crosslink que se vale da aplicação de um colírio para estimular novas ligações entre as moléculas de colágeno, aumentando a resistência estrutural da córnea.

"É feito um tratamento cirúrgico no crosslink, que tem como objetivo endurecer a córnea para melhorar a estabilidade. Aplicamos um colírio a base de vitamina B6 (Riboflavina), ativada através de um feixe especial de luz ultravioleta para a maior união das fibras de colágeno, estabilizando assim a evolução do ceratocone", conclui o Dr. Renato Neves, presidente da Sociedade Brasileira de Ceratocone.

A Sociedade Brasileira de Ceratocone foi criada para estudar, educar e divulgar os tratamentos possíveis da doença aos profissionais da Oftalmologia Brasileira e a população em geral. O Presidente da Sociedade, Dr. Renato Neves, é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia a LASER e membro da American Academy of Ophthalmology. É pós-doutorado em Imunologia, Córnea e Catarata na Harvard Medical School - Massachusetts Eye and Ear Infirmary e no MIT - Massachusetts Institute of Technology. A Sociedade Brasileira de Ceratocone é filiada a World Keratoconus Society, a maior organização mundial de Ceratocone e que sediará o Congresso Mundial em São Paulo no Anhembi de 17 a 19 de Outubro de 2015.

AMBLIOPIA E ESTRABISMO O TABU

CORREÇÃO DA VISÃO, EXAME DE VISTA.
QUAL O PROFISSIONAL MAIS ADEQUADO?
TODOS SÃO IGUAIS?

São dúvidas frequentes da população e às vezes das próprias Casas de Óptica. Principalmente quando se fala em exames da visão e, sobretudo quando ficam dúvidas se a correção que o profissional indica é a mais adequada para cada caso.
Segundo escreveu Vergara*, em "Estrabismo e olho preguiço, Mitos, Lendas e Verdades", Editora Rona Vision, 2014, atualmente pode-se responder com segurança a muitas perguntas e dúvidas sobre várias situações. Principalmente pela evolução dos conhecimentos e de novas técnicas conquistadas através de estudos e pesquisas avançadas que já podem ser encontradas em muitos países, inclusive no Brasil. Assim como na ambliopia e os nos desvios que vem sendo abordados como deficiências que apresentam possibilidade de correção sem os incômodos oclusores ou as complicadas cirurgias.

As perguntas formuladas à Pilar Vergara, em virtude de sua grande experiência e do avanço conquistado nesta área, esclarecem e evidenciam que novas técnicas podem e estão sendo aplicadas com sucesso em casos onde antes eram utilizadas somente a oclusão e cirurgia.

1. A qual profissional devo me dirigir para uma avaliação da visão do meu filho?

Com certeza é uma dúvida que deixa grande parte dos pais inseguros no momento em que o filho apresenta alguma queixa da visão. Ou quando a escola envia aos pais uma recomendação para que seja feita exame de vista no aluno por orientação de professores. Pilar Vergara respondeu da seguinte maneira.

R.: O melhor é dirigir-se a um especialista em Optometria Pediátrica, com conhecimentos tanto da visão binocular infantil, como do desenvolvimento da visão em crianças. Preferencialmente um profissional que tenha especialidade em Optometria Comportamental e Terapia Visual.

2. Qual a diferença entre um optometrista e um oftalmologista?

É outra dúvida que a cada dia, mais as pessoas procuram uma explicação. Pilar Vergara escreveu com propriedade.

R.: Existem dois tipos de profissionais, claramente diferenciados, que se ocupam da visão: de um lado, os óptico-optometristas e do outro, os oftalmologistas. Existe uma grande variedade entre estes profissionais, segundo sua habilidade e experiência no tratamento dos diferentes problemas, especialmente nas crianças.

*  O Oftalmologista é um médico especializado em doenças dos olhos que também realiza refração e prescreve lentes. Sua especialidade é receitar medicamentos para tratar doenças oculares e efetuar intervenções cirúrgicas.
*  Óptico optometrista é o profissional da Área da Saúde que se dedica ao estudo e tratamento das disfunções da visão, assim como compensar os erros de refração mediante métodos não invasivos, prescrevendo lentes em óculos ou de contato.
*   Optometrista Comportamental se dedica ao estudo e tratamento de diferentes transtornos da visão utilizando lentes em óculos, de contato, lentes filtrantes e técnicas que envolvem Terapia Sintônica e Terapia Visual. Os problemas que tratam estão envolvidos com transtornos do desenvolvimento, percepção visual, dificuldade de aprendizado relacionados com a visão, estrabismo e ambliopia. Estes profissionais também são conhecidos comooptometristas do desenvolvimentooptometristas neurocognitivos e optometristas de reabilitação.

3. Caso eu tenha um olho amblíope por uma patologia, existe algo que se possa fazer?

A situação provoca perguntas frequentes nos consultórios: Já existe tratamento para ambliopia? As ambliopias podem ser revertidas?

Vergara respondeu em seu livro.

R.: Conforme descrito anteriormente, a ambliopia orgânica, ou seja, aquelas provocadas por patologia, não são totalmente recuperáveis, em vista da existência de dano na estrutura do olho. Contudo, com a Terapia Visual e Terapia Sintônica, com frequencia pode-se ajudar o paciente na tentativa de conquistar a máxima performance do resto de visão que o paciente ainda possui, além de, na medida do possível, reabilitar cada uma das suas habilidades visuais. Quando existem sintomas, estes podem ser reduzidos e mesmo eliminados potencializando o resíduo visual para melhorar a qualidade de vida do paciente.

4. No caso de necessidade de cirurgia do estrabismo do meu filho, ele irá recuperar a binocularidade?

A dúvida foi respondida da seguinte maneira por Vergara:

R.: Não existe garantia de que a cirurgia consiga recuperar a binocularidade. Esta propriedade, assim como a estereopsia são habilidades que se aprende e se desenvolve através do aprendizado e da experiência.

5. A cirurgia para correção de estrabismo é uma operação com garantia?

Segue a resposta de Vergara, apresentada através de sua vasta experiência clínica em casos resolvidos com as técnicas inovadoras e após vários estudos sobre a questão.

R.: Na verdade esta pergunta deveria ser direcionada a um oftalmologista. Em minha opinião, em qualquer cirurgia, seja qual for, é preciso estar o mais inteirado possível dos problemas que podem ocorrer antes e depois da operação. Não esquecendo que a cirurgia de estrabismo é realizada com anestesia geral e conforme revisão anterior existe recentes estudos que mostram efeitos secundários potenciais verificados por anestesia em crianças. Estes efeitos podem ser observados mais tarde na vida da criança onde podem ser incluídos problemas de aprendizado, dificuldade com a linguagem tanto de expressão como de recepção e déficit cognitivo. Existem outras consequências potenciais revisados no livro.

6. Se a oclusão não é o melhor nem o tratamento mais efetivo, porque é o mais usado?

Vergara é contundente na sua afirmativa, respondendo que:

R.: Conforme já comentei em várias ocasiões na minha literatura, o procedimento oclusivo começou a ser utilizado pela primeira vez no século XVIII. Uma vez o hábito instalado e consagrado, não é fácil que uma pessoa apresente mudanças. Foi necessário décadas para que a ideia da plasticidade neurofuncional em adultos fosse aceita. Muitos homens e mulheres dedicaram suas vidas na defesa destas ideias que pareciam inverossímeis a primeira vista, mas que agora tem sido mostrado de forma objetiva e científica. As mudanças acontecem de forma lenta e muitas vezes depois de superar grande resistência.

O objetivo deste livro é colocar tudo o que for possível de minha parte para contribuir na difusão destes conhecimentos e ter um veículo para compartilhar com vocês. Devemos descartar os tratamentos obsoletos colocando em seu lugar métodos atualizados. Devemos superar os velhos paradigmas visto que não podem sobreviver, assim como a limitação da idade para tratamentos neurofuncionais ou ainda que a oclusão seja o único e efetivo tratamento para a ambliopia.

7. Pode ser conseguido que todos os olhos com ambliopia se recuperem ou existe algum limite de idade ou de outro tipo?

Vejamos o que escreveu Vergara.

R.: Cada paciente é diferente, portanto, cada caso deve ser visto de forma individual. Contudo, a idade não é o problema, ainda que seja melhor iniciar o tratamento quanto mais cedo possível porque aumentam as possibilidades de uma recuperação completa. Não existindo patologia no olho e na via visual, deveria ocorrer a recuperação de forma total ou parcial, visto ser um problema funcional sendo a redução da acuidade visual um transtorno neurofuncional.

8. É verdade que crianças não podem usar lentes de contato?

Vergara: Não, isto é outro mito. Não existe nenhum trabalho que comprove esta afirmação. Além do que existem milhares de crianças que usam lentes de contato com muito êxito. Em muitos tratamentos de ambliopia, a lente de contato é o procedimento básico. Sem as lentes de contato, muitas vezes todos os demais fracassam.

9. Onde posso encontrar um profissional que faça Terapia Visual?

Vergara: O melhor é procurar um Optometrista Comportamental, mesmo que tenha que viajar para encontrar um com esta qualificação. Os optometristas comportamentais não são muitos, tanto na Espanha como em todo o mundo, devido aos profundos estudos requeridos que são extremamente específicos.

10. Após ter sido operado várias vezes de estrabismo, isto afeta o prognóstico em aderir a Terapia Visual? Poderia recuperar a binocularidade e ver em 3D?

Vergara: Realmente, o prognóstico é pior, visto que os olhos não estarão mais em seu estado natural. Nesta situação não se pode afirmar como se encontram as conexões neurais que os músculos tiveram que fazer para se adaptar ao pós-cirúrgico ou se existem aderências. Às vezes aparecem desvios diferentes daqueles que o paciente tinha antes da operação. Sem dúvida a Terapia Visual Optométrica Comportamental pode tratar estes tipos de casos com êxito. Sem ir muito longe temos o caso da Sra. Susan Barry que após ser operada três vezes, finalmente recuperou a binocularidade e a estereopsia aos 48 anos de idade.

11. Para quem não possui binocularidade ótima, isto pode afetar a prática esportiva?

Vergara: Com certeza, embora dependa do esporte. Naqueles onde é utilizada uma bola, por exemplo, o rendimento fica muito prejudicado. Desta forma no basquete, vôlei, beisebol, ginástica rítmica e em outros, é necessário seguir com precisão a bola, calcular a velocidade e a distância, coordenar olho/mão e ter desempenho nas três dimensões do espaço. Por outro lado, no futebol é importante a percepção de uma visão global do jogo, minimizar o tempo de reação, controlar o que acontece na periferia e no centro ao mesmo tempo. Não significa dizer que não se pode praticar esportes sem boas habilidades visuais. Contudo quando estas faltam, fica observável que o potencial não tem o máximo rendimento atlético. A visão, estando bem, ajuda muito, mas se não está, chega a provocar séria interferência.

12. Pode ser avaliada a binocularidade de um bebê?

Vergara: Sim a visão de um bebê pode ser avaliada quase como em um adulto, desde que as provas estejam adaptadas para tomadas de forma objetiva e não subjetiva. Contudo, é muito importante que estas avaliações sejam realizadas por especialista em crianças, porque nem as provas são as mesmas que as executadas em adultos, tampouco a forma de tratar o paciente e os resultados esperados serão iguais. Por isto, quando um pai escuta de um profissional que a avaliação da visão do seu filho não pode ser feita porque ele ainda não sabe ler, é chegado o momento de procurar outro profissional.

13. Por que em alguns tratamentos com oclusão a acuidade visual melhora e quando é retirado o oclusor volta a piorar?

Vergara: O efeito ioiô é bastante habitual quando realizado somente com a oclusão. Ao colocar o oclusor é como se tirássemos, da casa de irmãos gêmeos, o mais eficiente. O outro, embora preguiçoso, não encontraria dificuldade para se comunicar com sua mãe, (o córtex visual). Por isto, a acuidade melhora no olho amblíope quando se oclui o olho sadio. Mas quando o oclusor é retirado, o dominante "volta de novo" a "calar a boca" do olho mais fraco, não o deixando falar, no caso, prejudicando sua performance visual, produzindo o que tecnicamente chamamos desupressão. A única maneira de romper este círculo é utilizando outro tratamento que elimine a rivalidade e promova a binocularidade conforme pode ser visto no livro, quando são utilizadas técnicas, primeiro de anti-supressão e de depois de fusão.

14. E o mesmo não acontece com Terapia Visual?

Vergara: Quando realizada corretamente são feitas novas conexões neurológicas obtendo-se respostas de binocularidade e estereopsia e não se perdendo a acuidade visual conquistada. Existem estudos que mostram estes resultados em pacientes que após haver concluído a terapia e continuam com o seguimento por um prazo hábil.

15. O aprendizado pode ficar afetado em portador de ambliopia ou estrabismo?

Vergara: Com certeza. Contudo em casos onde a criança não apresenta comprometimento, ocorreu o que chamamos de uma boa adaptação sensorial e o sistema visual consegue um bom funcionamento. Sem dúvida, em muitas ocasiões, a rivalidade entre os dois olhos provocam vários transtornos especialmente na hora de aprender a ler e escrever. Por isto, embora a criança apresente boa capacidade intelectual, se o sistema visual interfere, o aprendizado pode ser afetado. Mesmo a atenção pode estar comprometida, visto que o esforço que precisa para realizar suas tarefas é desgastante: às vezes vê duplo, em outras, como em estrábicos, pula palavras ou não entende o que lê. Em ocasiões as letras tremem ou vê colorido e assim um longo etecetera de sintomas que fazem do aprendizado um verdadeiro calvário.

16. Mas se não usa o olho "preguiçoso" por que ocorrem estes sintomas?

Vergara: Conforme temos explicado, trata-se de um problema da binocularidade. Significa que entre os dois olhos um deles tem sua agudeza visual debilitada. Isto identifica olhos com "problemas" de aprendizado porque ao não utilizar um olho, que está debilitado, embora o outro tenha boa acuidade visual, a situação não garante que outras habilidades visuais se desenvolvam adequadamente. 

17.Quanto tempo demora um programa de Terapia Visual em caso de ambliopia não estrábica? E em caso de estrabismo?

Vergara: Varia de um optometrista a outro e de um paciente a outro, mas em linhas gerais pode durar entre nove meses a um ano para a ambliopia e um ano e meio para o estrabismo. Com certeza são tempos orientativos visto que sempre dependerá de cada caso, da concordância, da motivação, do que for trabalhado em casa etc.

Os resultados aparecem muito antes deste prazo, mas é necessário automatizar os procedimentos dentro do possível para que exista um aprendizado real que não se perca ao parar o tratamento. Por isto se leva mais tempo, por se tratar de uma recuperação neurológica, não muscular. São tratamentos que requerem sacrifício, mas os resultados valem a pena.

*Estrabismo Y Ojo Vago
Mitos, Leyendas e Verdades.
O modelo de tratamento mais avançado e efetivo no século XXI
*Pilar Vergara Giménez
Optometrista - Universidade Complutense de Madrid e Universidade de Granada
Master de Optometria e Terapia Visual - Centro de Optometria Internacional.
Professora de Terapia Visual e Optometria Comportamental.

Tradução e adaptação
Professor Vilmario Antonio Guitel
Técnico em Óptica - SENAC SP
Bacharel em Optometria - UNC - Canoinhas SC
Pós Graduação Alta Optometria - UNC
Pós Graduação Magistério do Curso Superior - UNC
Especialista em Optometria Sintônica - Instituto Thea

Optometria Comportamental - Instituto Thea

Saiba como proteger os olhos durante as Festas Juninas

As Festas Juninas podem causar problemas à saúde se não tomadas as devidas precauções.

Além dos riscos de queimaduras, os fogos de artifícios e as fogueiras podem causar danos à visão.
A fumaça emitida pelas fogueiras é uma mistura de partículas e de produtos químicos com componentes tóxicos que causam Conjuntivite, que não é contagiosa. Os principais sintomas são ardência, lacrimejamento, prurido, vermelhidão, edema conjuntival e palpebral.

"Os fogos de artifício podem causar lesões com vários níveis de gravidade, dependendo da sua extensão. Entre as mais frequentes estão a ocorrência de corpo estranho nos olhos, como fragmentos de pólvora, que provocam lesões na córnea e na parede ocular. As queimaduras extensas e perfurações do globo, na maioria das vezes provocadas pela explosão das bombas juninas, são os casos com pior prognóstico visual. Alguns pacientes podem evoluir com cegueira completa e, até mesmo, retirada cirúrgica do globo ocular", explica o médico Oftalmologista da CLOE Oftalmologia especializada, Allisson Mario dos Santos. 


De acordo com o oftalmologista, algumas medidas simples podem prevenir, tais como: lavar as mãos ao manipular artefatos e fogos de artifício, manter uma distância segura, bem como proteger os olhos (óculos de proteção) e mãos (luvas apropriadas) sempre que presenciar a queima de fogos. " Em caso de irritação pela fumaça, usar soro fisiológico (resfriado) em abundância para retirar dos olhos todos os resíduos tóxicos e evitar automedicação", avisa.

É preciso também seguir a classificação indicativa para manuseio dos fogos, levando em conta a faixa etária, maturidade e experiência de cada indivíduo para cada tipo de fogos de artifícios. As crianças devem sempre estar acompanhadas por um adulto, já que estão mais expostas e, por isso, devem ser advertidas dos perigos.

Estas medidas poderão minimizar os possíveis riscos à saúde ocular e garantir um São João mais tranquilo.

O perigo dos smartfhones para sua saúde

Smartphonite é a doença dos superconectados

Aplicativos, redes sociais, torpedos, fotos, músicas... tudo o que faz o ser humano cada vez mais plugado no celular o torna também refém de males que afetam do pescoço às mãos, passando por olhos e ouvidos

Nos bancos das praças, dentro dos ônibus, caminhando pelas ruas e até na solidão de quartos escuros, as pessoas digitam usando freneticamente os polegares na tela dos smartphones. Quando estão com o celular em mãos, os usuários se isolam do mundo, plugados em fones de ouvido e com a visão focada nas pequenas telas iluminadas. Porém, o mesmo aparelho útil para telefonar, interagir nas redes sociais, ouvir música, assistir a vídeos, pagar contas, fotografar, filmar e mais uma infinidade de tarefas pode provocar uma série de prejuízos à saúde, se usado excessivamente. Os danos vão desde problemas de visão até inflamação nos tendões da mão, passando por lesões no aparelho auditivo e dores no pescoço e na coluna. Não é difícil imaginar a dimensão do problema, quando se considera que, no Brasil, o número de telefones móveis já ultrapassa o de habitantes.

O médico ortopedista Pedro José Pires Neto, eleito para ser o próximo presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão (SBCM), alerta que o principal vilão é o WhatsApp. “As pessoas usam o polegar com mais intensidade para digitar e ocorre a sobrecarga nessa articulação”, explica. A revista médica The Lancet batizou essa síndrome da pós-modernidade de “whatsappinite”, uma inflamação nos tendões causada pelo uso excessivo dos aparelhos de comunicação. Segundo a revista, que traz o relato do primeiro caso da doença, trata-se de uma tendinite ou inflamação nos tendões ocasionada por movimentos repetitivos.

O ortopedista Pedro José Pires Neto percebe uma diferença entre as pessoas que precisam digitar no telefone para trabalhar e as que estão apenas se divertindo. “Quando o assunto é sério, a musculatura fica mais tensa e, às vezes, os pacientes se queixam de dor na raiz do polegar”, detalha. Pedro explica que uma pessoa que está, por exemplo, fechando um negócio já fica ansiosa, e isso eleva a carga de tensão. “Quem usa os celulares de forma mais lúdica, no ônibus ou no banco de praça, está sorrindo, teoricamente feliz, e não chega a ter problemas”, compara.

O remédio para a dor, segundo o ortopedista, é simples: reduzir o uso. “É uma questão de causa e efeito. Se o efeito é a dor, é preciso cessar a causa”, detalha. Se não for possível ficar sem usar os aplicativos, a solução pode ser trocar o equipamento por um tablet com a tela maior ou um notebook. Outra dica é mudar a posição e digitar usando outros dedos, como o indicador.
A postura inadequada, com o pescoço abaixado e a coluna curvada, também pode levar a dores. “Todo vício de postura pode provocar desconforto”, destaca o ortopedista. Contra isso, uma alternativa é aumentar a letra das mensagens, para uma melhor visualização, evitando a inclinação da cabeça. Controlar a força do toque, procurando empregar baixa pressão, também ajuda a prevenir dores.

ONIPRESENTE   -  São 283,5 milhões de telefones celulares no Brasil, o que representa mais de um aparelho por pessoa, considerando que somos uma nação de 204 milhões de habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Há dois anos, a auxiliar administrativa Tatiane Caldeira, de 28 anos, trocou seu aparelho simples para um smartphone. “Eu o uso mais como um computador do que como telefone, principalmente para acessar as redes sociais”, explica ela, ao interromper um diálogo no WhatsApp.

Tatiane também usa o aparelho para ouvir música enquanto está no transporte coletivo. E corre um risco sem perceber. “Quem está no ônibus escutando música precisa aumentar o volume para superar o barulho do ambiente, e, quando isso ocorre, aumenta a possibilidade de danos ao sistema auditivo”, alerta o presidente da Sociedade Mineira de Otorrinolaringologia, Cheng T. Ping.
Ele explica que o que provoca dano auditivo é a intensidade do som, associada ao tempo que a pessoa passa com o fone na orelha durante o dia. “Se usa ocasionalmente, não há problema, mas, se escuta em um volume alto por oito horas ao dia, pode causar danos”, detalha. A escolha do tipo de fone (intracanal e de concha) pode ajudar a diminuir possíveis danos. Segundo o médico, o fone de concha tende a ser menos lesivo. “Nos aparelhos novos, há um alerta para a faixa de volume que pode danificar a audição”, destaca.

O fone de ouvido também pode provocar males mais graves: “Quando a pessoa está com o fone, tende a prestar menos atenção ao ambiente, o que favorece acidentes”, destaca Ping. Outro risco apontado pelo médico é o uso durante corridas ou caminhadas. “Quem corre com o fone na orelha precisa aumentar o volume, por causa do barulho da respiração, das passadas e do ruído dos carros. Além de poder afetar a audição, o usuário fica mais exposto a acidentes”, reforça o especialista.

DE OLHO

O médico inglês David Allamby fez um levantamento e constatou que o número de jovens com miopia subiu 35% no Reino Unido desde o lançamento dos primeiros smartphones, em 1997. Outro problema apontado pelo médico é que a miopia – antes estabilizada por volta dos 21 anos – está sendo desenvolvida por pessoas mais velhas. Uma das causas, segundo Allamby, é que as pessoas seguram os aparelhos muito próximo dos olhos, entre 18 e 30 centímetros de distância, inferior à de um livro (40cm). O médico batizou a doença como screen sightedness (miopia de tela) e prevê que em 20 anos até metade das pessoas com mais de 30 anos terão desenvolvido o distúrbio.

O diretor de Oftalmologia da Associação Médica de Minas Gerais, Luiz Carlos Molinari, diz que a pesquisa faz muito sentido. “O uso do smartphone, junto dos tablets, aumenta a miopia axial”, reforça Molinari. O médico recomenda que os pais estimulem as crianças a brincar fora de casa, longe dos aparelhos eletrônicos. Outra dica de Molinari é piscar mais. “Computador, smartphone e tablet aumentam a evaporação da lágrima. O ideal é que a pessoa passe a piscar mais, para lubrificar a córnea. Ao piscar, a lágrima se renova”, ensina o oftalmologista.


Fonte: Jornal Estado de Minas

Provisa na Ação Global de Paraisópolis

O SESI e a Rede Globo realizaram mais uma Ação Global neste sábado, 30/05, na comunidade de Paraisópolis, zona sul do município de São Paulo.

Centenas de atendimentos foram realizados durante todo o dia, entre os quais os exames oftalmológicos oferecidos pela ONG Provisa que atendeu a mais de 300 pessoas, cadastrando os casos de catarata para cirurgia gratuita.

Para a gestora da ONG Provisa, enfermeira Maria de Lourdes de Oliveira, o atendimento na Ação Global é muito gratificante, pois dá oportunidade às famílias de realizarem seus exames, detectando eventuais problemas com a saúde, além de se divertirem com a parte esportiva e recreativa oferecida pelo CEU e seus parceiros.

Nossa reportagem esteve presente no CEU Paraisópolis onde ocorreu o evento e elogiou a organização do SESI e da Globo para o sucesso da promoção. A comunidade do bairro compareceu e participou de todas as modalidades de atendimentos, tanto na área da saúde, como recreação, esportes e cultura.

Provisa na XII Feira da Saúde e Cidadania do Butantã

O Rotary Club de São Paulo Butantã realizou no ultimo dia 9 de maio a décima segunda edição da Feira da Saúde e Cidadania. O evento aconteceu nas dependências do CEU – Centro Educacional Unificado Uirapuru, localizado no bairro João XXIII, região do Butantã.

O Rotary Butantã contou com a parceria da Associação Comercial – Distrital Sudoeste, SubPrefeitura do Butantã e do CEU Uirapuru.

Treze mil, oitocentas e vinte e cinco pessoas, entre adultos e crianças, passaram pelos serviços oferecidos gratuitamente pelos parceiros que trabalharam durante todo o dia, de 9 às 16horas.

A Provisa realizou mais de 450 exames de vista e encaminhou mais de 50 idosos para o cadastro de cirurgia de catarata, gratuitamente.

O Presidente do Rotary SP Butantã e diretor da ONG Provisa, Leoncio Corrêa, é  entrevistado pela TV Rotary

O Presidente do Rotary Club de São Paulo Butantã, Leoncio Corrêa, fez um agradecimento a todos os companheiros rotarianos e a todos os parceiros que trabalharam com afinco para o sucesso de mais este evento comunitário.

Provisa passa de um milhão de atendimentos em 4 anos

A Gestora da Provisa, Maria de Lourdes de Oliveira,  anunciou neste fim de semana os resultados da ONG nos quatro anos de atividades.
Totalizando os atendimentos realizados nas Caravanas de Saúde e Cidadania, foram um milhão, noventa mil, setecentos e nove pessoas beneficiadas.
Na área da saúde foram 248.580 atendimentos individuais (exames de vista, PA, destro, dentistas, patologias e cirurgias de catarata).
Na área da cidadania foram 842.129 atendimentos (advogados, psicólogos, corte de cabelo, limpeza de pele, palestras educativas e preventivas).

PARCERIAS    “As parcerias com a Cruz Vermelha Brasileira, Rotary Internacional, Fundação Sorrident’s, Novety Cosméticos, UBS’s, Faculdades Uniban/Anhanguera, Instituições de Ensino, Instituições religiosas e dezenas de voluntários proporcionaram a realização destes atendimentos’, frizou a gestora Maria de Lourdes.

Atendimentos realizados de janeiro de 2.011 a dezembro de 2.014





Os problemas da visão nas grávidas

Olhos de grávida
Artigo Dr. Richard Yudi Hida.

A gravidez é caracterizada por um período de intensas mudanças no organismo da gestante, que envolvem os diversos órgãos e sentidos, dentre eles, a visão.  

Segundo o oftalmologista Richard Yudi Hida, grande parte das ocorrências oculares que acontecem durante a gravidez tem caráter hormonal, metabólico, hematológico, cardiovascular e imunológico. 

Além de doenças como a pré-eclâmpsia (aumento da pressão arterial), manchas escuras no campo visual e a síndrome do olho seco, as futuras mamães podem apresentar mudanças no grau dos óculos e intolerância ao uso de lentes de contato, caso as utilizem.
 
Sobre Dr. Richard Yudi Hida

Há quase 20 anos, Dr. Richard Yudi Hida atua na área de oftalmologia clínica e cirúrgica, no tratamento das mais variadas doenças visuais. O profissional é graduado pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro - Universidade de Santo Amaro (UNISA), e doutorando do Departamento de Oftalmologia da Keio University - School of Medicine, de Toquio, no Japão.

Dr. Richard é especializado em oftalmologia pelo Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo. Atualmente, é chefe do Setor de Catarata do Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo, responsável por cerca de 350 cirurgias por mês. É também diretor técnico do Banco de Tecidos Oculares da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, responsável por coordenar a distribuição de tecidos oculares desta instituição.

O profissional ainda é membro especialista em cirurgia de Transplante de Córnea e doenças da Córnea e Superfície Ocular do Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo. 

É médico voluntário, colaborador e membro do Grupo de Estudo em Superfície Ocular do Departamento de Oftalmologia da Universidade de São Paulo (USP), responsável por orientar inúmeras pesquisas internacionais e nacionais sobre tratamento e diagnóstico de doenças da superfície ocular.
Fonte: Dezoito Com

Provisa participa do Mutirão AVIVA

A Provisa - Projeo de Responsabilidade Social, Visão em saúde participou neste domingo, 30/11, do Mutirão de Cidadania AVIVA LEOPOLDINA, realizado pela igreja Batista local. Dezenas de atendimento em diversas áreas atendeu a centenas de pessoas da comunidade.  coube a provisa realizar os exames de vista nas pessoas da comunidade que necessitavam deste atendimento médico. Mais de cem pessoas realizaram os exames de vista. Dois médicos oftamos da Provisa realizaram as consultas detalhadas dos pacientes. Os casos de catarata e outras patologias foram encaminhados para tratamento ou cirurgia. Os diretores da Provisa elogiaram o trabalho realizado pela Igreja Batista AVIVA, através do seu braço social. Mais de quatro mil lanches foram servidos a pessoas da comunidade e moradores de rua. A Cruz Vermelha, parceira da Provisa, cuidou das aferiçõs de pressão arterial e diabetes.

Como aliviar as dores nas costas

Dor nas costas é a doença crônica mais comum no Brasil. Segundo um estudo da Escola Nacional de Saúde Pública, ligada à Fiocruz, 36% dos brasileiros sofre com esse problema. O estudo, que ouviu mais de 12 mil pessoas com mais de 20 anos em todo o país, revela que, do total de pessoas acometidas pela dor nas costas, apenas 68% buscam tratamento médico. O estudo brasileiro reforça as estatísticas da Organização Mundial da Saúde, que estima que 80% da população mundial teve, tem ou terá dor nas costas.

Na maioria dos casos, o tratamento é simples: tomar um analgésico. Em outros, pode existir uma causa mais séria para a dor constante. Conforme o reumatologista Sérgio Lanzotti, sentir dor nas costas diariamente pode ser sintoma de tuberculose ou até mesmo de câncer. O médico enumera algumas prováveis razões para o aparecimento das dores nas costas e diz que tipo de ajuda se deve procurar.

:: Minhas costas doem quando eu tenho que ficar em pé por muito tempo

Este pode ser um sintoma de osteoartrite — ou artrose —, um distúrbio crônico das articulações caracterizado pela degeneração da cartilagem articular e do osso adjacente, podendo causar dor e rigidez articulares. Afeta muitos indivíduos em torno dos 70 anos de idade. Alguns podem apresentar rigidez articular após um período de sono ou de inatividade, mas, normalmente, a rigidez desaparece 30 minutos após a articulação começar a ser movimentada. À medida em que a lesão causada pela osteoartrite piora, a articulação pode se tornar menos móvel e, finalmente, ela pode congelar em flexão.

Alongamento, musculação e exercícios posturais ajudam a manter a cartilagem saudável, aumentam a amplitude dos movimentos da articulação e fortalecem os músculos circunvizinhos, de modo que eles possam absorver melhor os choques. É mais provável que a imobilização de uma articulação piore a osteoartrite ao invés de aliviá-la.

O uso de cadeiras, poltronas reclináveis, colchões e assentos de carro excessivamente macios pode piorar os sintomas. Comumente, recomenda-se o uso de cadeiras de encosto reto, colchões duros e estrados de cama inteiriços. Quando o quadro é grave, pode ser necessário o uso de suportes ou coletes ortopédicos para as costas. 

:: Não são apenas as minhas costas que doem, minhas pernas também

Dor nas pernas, dormência ou fraqueza que se inicia na região lombar e desce até o nervo ciático na perna são conhecidas como ciática. A dor tende a ser constante em um lado da nádega ou da perna e é agravada quando a pessoa senta. A ciática é geralmente causada por uma hérnia de disco, ou seja, quando os discos da coluna vertebral, que agem como amortecedores entre os ossos de movimento da coluna, pressionam os nervos.

A maioria das hérnias discais resolve-se espontaneamente, sem necessidade de cirurgia. O simples ajuste da posição de dormir traz efeitos positivos: um travesseiro sob a cintura e outro sob o ombro podem ajudar quem costuma dormir de lado. Um travesseiro sob os joelhos pode ajudar aqueles que dormem de costas. A aspirina e outros anti-inflamatórios não-esteroides também ajudam a aliviar a dor. A dor intensa é tratada com analgésicos opioides.

:: Minhas costas e o meu pescoço doem muito, particularmente pela manhã

A dor pode indicar a presença de uma espondilite anquilosante, um tipo de inflamação que afeta os tecidos conectivos, caracterizando-se pela inflamação das articulações da coluna e grandes articulações, como os quadris, ombros e outras regiões. Ela se caracteriza pelo surgimento de dores na coluna de modo lento ou insidioso, durante algumas semanas, associadas à rigidez matinal da coluna, que diminui de intensidade durante o dia. 

Alguns pacientes se sentem cansados, perdem apetite e peso e podem ter anemia. Normalmente, os primeiros sintomas surgem no final da adolescência ou no início da idade adulta, sendo muito rara sua manifestação após os 40 anos de idade.

Não há cura para a espondilite anquilosante e, embora a doença tenda a ser menos ativa conforme a idade avança, o paciente deve estar consciente de que o tratamento dura para sempre, com uso de medicamentos, fisioterapia, correção postural e exercícios.

Fonte: ZERO HORA – RS

"Amigos do Bem" se reúnem em São Paulo



A ONG "Amigos do Bem" reuniu 1mil e 500 empresários na quinta-feira (6), no Espaço das Américas, São Paulo, com o objetivo de arrecadar recursos para os projetos de 2015.  O jantar beneficente promovido pela presidente da entidade, Alcione de Albanesi
Na primeira foto, a  empresária Maria Luiza Trajano, Diretora Presidente do Magazine luiza com Janaina Lima e Maria de Lourdes, gestora da ONG Provisa.  Na segunda foto, a Presidente da ONG Amigos do Bem, Alcione albanesi, ladeada por Janaina Lima e Maria de Lourdes. 

Provisa no CEU Caminho do Mar

Uma equipe de profissionais da Provisa esteve neste sábado, dia 08/11, realizando um mutirão oftalmológico nas dependências do CEU Caminho do Mar,  que fica na divisa dos municípios de São Paulo e Diadema. De 10h às 17h foram atendidas mais de 70 pessoas com problemas visuais. Antes da consulta com a oftalmo, todos passaram por testes de glicemia e Pressão arterial.

Também no sábado, outra equipe da Provisa esteve realizando atendimento idêntico na Escola Josineide Pereira Galdino, na zona leste da capital. A promoção foi do  Rotary Clube de São Paulo Vila Matilde Centenário. 

No dia 02 de novembro, dia de finados, a Provisa participou de um dia de atividades sociais da Igreja São Judas, no bairro do Jabaquara, Mais de 150 pessoas passaram pelas consultas com oftalmos. Alem dos mutirões, a Provisa continua com atendimento em sua sede. O agendamento é pelo telefone (11) 3867-6710. 


  

Provisa realiza cinco mutirões em 3 dias

Dr Carlos Alarcon, oftalmo, em um mutirão
A gestora da Provisa, Maria de Lourdes de Oliveira, informou na tarde desta quarta-feira que a ONG PROVISA ampliou suas equipes para realizar cinco mutirões oftalmológicos e tres caravanas de saúde e cidadania.

Mutirão na Cruz Vermelha.

Nesta sexta e sábado, 29 e 30, uma equipe de oftalmologistas, optometristas e técnicos ópticos da Provisa estarão atendendo na sede da Cruz Vermelha Brasileira, filial de São Paulo onde acontecerá o Mutirão da Oftalmologia em parceria com a Cruz Vermelha e o Rotary Club de São Paulo Butantã. Mais de 500 pessoas já estão cadastradas para serem atendidas e, de acordo com o diagnóstico, serem encaminhadas para cirurgia de catarata. Dezenas de excedentes serão atendidos nas próximas semanas na sede da Provisa.

Além dos dois dias de atendimentos na Cruz Vermelha, a Provisa estará realizando três Caravanas de Saúde e Cidadania. Serão na Casa de Cultura da Freguesia do Ó; no CEU Cidade Dutra e no Parque Novo Santo Amaro.



Provisa realiza 3 mutirões em um dia

A Provisa – Projeto de Responsabilidade Social – Visão em Saúde prossegue com as Caravanas de saúde e Cidadania em diversos pontos do município de São Paulo e região metropolitana.
Neste sábado, 23/08,  três equipes estiveram  trabalhando. Uma em escola da Vila Matilde, na zona Leste, em pareria com o Rotary Clube; outra equipe atuou na Vila Alpina e a terceira no bairro Recanto Santo Antonio, na zona sul.
Na semana passada, a Provisa, em parceria com o CIC Feitiço da Vila esteve em uma escola estadual do bairro Jardim Varginha, zona sul onde foram realizados diversos atendimentos, entre eles a emissão de RG (primeira via) e cópias de certidões de nascimento, casamento e óbito. Foram realizados exames de vista e encaminhamento de patologias, entre outros.

 MUITRÃO DA OFTALMOLOGIA

Nos próximos dias 29 e 30, a Provisa, em parceria com a Cruz Vermelha e o Rotary Club de São Paulo Butantã, realiza o Mutirão da Oftalmologia. Objetivo é consultar as pessoas, cadastrar e encaminhar os casos que necessitem de cirurgia de catarata.